1. Memórias de um sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida

    Considerado um dos 100 livros mais importantes da literatura brasileira, Memórias de um sargento de milícias é o título que todos os amantes de literatura brasileira devem ter na estante. Ambientado no Rio de Janeiro do século XIX, a obra apresenta pela primeira vez a figura do malandro, um personagem tipicamente carioca e que vive sua vida à margem da sociedade e de forma boêmia, tal como um bon vivant.  Segundo Mário de Andrade, o romance é uma manifestação tardia do “romance picaresco”, um gênero popular nos séculos XVII e XVIII.

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  2. A menina que roubava livros, de Markus Zusak

    Liesel Meminger encontrou a morte três vezes. E conseguiu sair viva das três ocasiões. Desde o início de sua vida numa área pobre de Molching, na Alemanha, ela precisou achar formas de convencer a si mesma do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa impaciente. Ao entrar na nova casa, Liesel trouxe escondido na mala um livro, O manual do coveiro, que em um momento de distração, o coveiro que enterrou seu irmão o deixou cair na neve – este foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes.

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